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Galveston Orientation and Amnesia Test: validação, aplicabilidade e relação com a Escala de Coma de Glasgow

A amnésia pós-traumática é um distúrbio freqüente em vítimas com trauma crânio encefálico (TCE) sendo sua duração considerada um forte indicador de gravidade do TCE contuso e um seguro preditor de capacidade funcional. A duração e o término da amnésia pós-traumática têm sido, nos últim...

Ensino-aprendizagem da Escala de Coma de Glasgow: análise de duas técnicas em enfermeiros do serviço de emergência

Partindo do princípio de que existe a necessidade de padronizar os enfermeiros quanto à avaliação do nível de consciência, em pacientes atendidos no Serviço de Emergência (SE), utilizando a Escala de Coma de Glasgow (ECGI), questiona-se quais as técnicas de ensino-aprendizagem mais adequadas. O ...

Prevalência e fatores associados ao diagnóstico de morte encefálica

Rev. enferm. UFSM; 11 (), 2021
Objetivo: avaliar a prevalência de morte encefálica e os fatores associados. Método: estudo transversal com dados dos registros de pacientes neurocríticos e potenciais doadores de órgãos entre 2018 e 2019, sendo analisados por meio de estatística descritiva e regressão logística multinomial mult...

Evolução clínica e sobrevida de pacientes neurocríticos

Rev. Esc. Enferm. USP; 53 (), 2019
RESUMO Objetivo Avaliar a evolução clínica e sobrevida de pacientes neurocríticos em Unidades Hospitalares. Método Coorte com pacientes acompanhados no período de setembro de 2012 a junho de 2016, internados em hospitais públicos e privados. Os dados foram analisados inicialmente a partir da e...

Escala de Coma de Glasgow: subestimação em pacientes com respostas verbais impedidas

Acta paul. enferm; 18 (2), 2005
Questão frequente no uso da Escala de Coma de Glasgow (ECGI), na fase aguda, em pacientes internados devido ao trauma crânio-encefálico (TCE) á a subestimação decorrente de situações impeditivas como intubação endotraqueal/traqueostomia, sedação e edema palpebral. O objetivo deste estudo foi ...

Possibilidades clínicas de pontuação do paciente com traumatismo crânio-encefálico, na fase aguda, pela Escala de Coma de Glasgow: resultados preliminares

Rev. paul. enferm; 21 (1), 2002
Matematicamente a Escala de Coma de Glasgow (ECGI) permite 120 combinações, mas a grande maioria é clinicamente inválida e há ainda possibilidades de subestimação devido a situações impeditivas. O objetivo desse estudo foi analisar as possibilidades clínicas efetivas de pontuar pela ECGI, na fa...

Escala de Coma de Glasgow: tempo de reavaliar seu uso em serviço de emergência

Acta paul. enferm; 12 (3), 1999
Neste estudo objetivou-se analisar como a Escala de Coma de Glasgow (ECGI) vem sendo aplicada, pontuada e registrada pelos enfermeiros dos serviços de emergência dada a integraçäo da assistência pré-hospitalar e hospitalar de emergência. Entrevistou-se 75 enfermeiros no período de janeiro a març...

Utilizaçäo de Escala de Coma de Glasgow e Escala de Coma de Jouvet para avaliaçäo do nível de consciência

Rev. Esc. Enferm. USP; 31 (2), 1997
A Escala de Coma de Glasgow (ECGl) e a Escala de Coma de Jovet (ECJ), säo duas escalas usadas na avaliaçäo da consciência em nosso meio. A análise e o uso dessas duas escalas têm indicado que elas se complementam, sendo a ECGl mais sensível à mudanças nos rebaixamentos mais intensos da consciên...

Recuperaçäo das vítimas de traumatismo crânio-encefálico no período de 1 ano após o trauma

Rev. Esc. Enferm. USP; 30 (3), 1996
Estudo prospectivo longitudinal sobre a recuperaçäo aos 12 meses, de vítimas de traumatismo crânio-encefálico (TCE) de diferentes gravidades, com idade entre 12 e 60 anos. As vítimas foram avaliadas 1 ano após o trauma considerando-se tanto suas limitaçöes funcionais mensuradas pela Escala de Re...