Tecnologias não invasivas: conhecimento das mulheres para o protagonismo no trabalho de parto
Non-invasive technologies: knowledge of women for protagonism in child labor
Tecnologías no invasivas: conocimiento de las mujeres para el protagonismo en el trabajo infantil

Nursing (Säo Paulo); 23 (262), 2020
Publication year: 2020

Objetivo:

Verificar se as tecnologias não invasivas apresentadas as gestantes durante o pré-natal promovem o protagonismo no pré-parto e parto.

Metodologia:

Estudo de campo do tipo exploratório-descritivo com abordagem qualitativa, Parecer n.º 3.208.521.

Resultados:

Foram feitas 16 entrevistas com mulheres jovens, 68,75%referiram ser solteiras, com um filho (62,5%) e parto nos últimos 12 meses. Verificou-se que as mulheres vinculam tecnologias não invasivas ao conceito de parto humanizado; que a presença de um acompanhante se tornou demanda social e vai de encontro ao direito e protagonismo da mulher no momento do parto; que a incidência dos procedimentos invasivos diminuíram, porém continua a existir e causar a insatisfação das mulheres. As tecnologias alternativas reconhecidas foram a deambulação, a movimentação, o banho, a música e chamou atenção para o não reconhecimento da bola suíça, recomendado na rede Cegonha. Por fim, a satisfação das mulheres esta interligada a uma experiência mais tranquila e natural, enquanto a insatisfação a utilização de procedimentos invasivos, a falta de orientação e acompanhante. ainda persiste.

Conclusão:

Observou-se que o enfermeiro deverá focar mais em ações educativas voltadas ao reconhecimento das tecnologias não invasivas, durante o pré-natal, tornando as mulheres aptas a tornarem-se protagonistas do ato de gerar outro ser humano e de seu próprio corpo.(AU)

Objective:

To verify if the non-invasive technologies presented to pregnant women during prenatal care promote prominence in pre-delivery and childbirth.

Methodology:

Exploratory-descriptive field study with a qualitative approach, Opinion No. 3,208,521.

Results:

16 interviews were conducted with young women, 68.75% reported being single, with a child (62.5%) and giving birth in the last 12 months. It was found that women link non-invasive technologies to the concept of humanized childbirth; that the presence of a companion has become a social demand and goes against the right and protagonism of women at the time of delivery; that the incidence of invasive procedures has decreased, but continues to exist and cause women's dissatisfaction. The recognized alternative technologies were walking, moving, bathing, music and called attention to the non-recognition of the Swiss ball, recommended in the Cegonha network. Finally, women's satisfaction is linked to a more peaceful and natural experience, while dissatisfaction with the use of invasive procedures, the lack of guidance and a companion. still persists.

Conclusion:

It was observed that nurses should focus more on educational actions aimed at the recognition of non-invasive technologies, during prenatal care, making women able to become protagonists in the act of generating another human being and their own body.(AU)

Objetivo:

Verificar si las tecnologías no invasivas presentadas a las mujeres embarazadas durante la atención prenatal promueven la prominencia en el parto previo y el parto.

Metodología:

Estudio exploratorio descriptivo de campo con enfoque cualitativo, Opinión No. 3,208,521.

Resultados:

se realizaron 16 entrevistas con mujeres jóvenes, 68.75% informaron ser solteras, con un hijo (62.5%) y dar la luz en los últimos 12 meses. Se descubrió que las mujeres vinculan las tecnologías no invasivas con el concepto de parto humanizado; que la presencia de un compañero se ha convertido en una demanda social y va en contra del derecho y el protagonismo de las mujeres en el momento del parto; que la incidencia de procedimientos invasivos ha disminuido, pero continúa existiendo y causa insatisfacción de las mujeres. Las tecnologías alternativas reconocidas fueron caminar, moverse, bañarse, escuchar música y llamaron la atención sobre el no reconocimiento del balón suizo, recomendado en la red Cegonha. Finalmente, la satisfacción de las mujeres está vinculada a una experiencia más pacífica y natural, mientras que la insatisfacción con el uso de procedimientos invasivos, la falta de orientación y un compañero. Aún persiste.

Conclusión:

se observó que las enfermeras deberían centrarse más en acciones educativas dirigidas al reconocimiento de tecnologías no invasivas, durante la atención prenatal, haciendo que las mujeres puedan convertirse en protagonistas en el acto de generar otro ser humano y su propio cuerpo.(AU)