Desafios para enfermeiros e fisioterapeutas assistirem mulheres idosas com incontinência urinária

Enferm. foco (Brasília); 11 (1), 2020
Publication year: 2020

estudo qualitativo, do tipo exploratório-descritivo, com análise temática descritiva. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 10 enfermeiros e 14 fisioterapeutas atuantes em um Distrito Sanitário de Saúde de uma capital do Sul do Brasil.

Resultados:

os achados ratificam que o cuidado à população idosa fica fragmentado dentro da Atenção Primária de Saúde. Os idosos são atendidos de acordo com a doença crônica que possuem ou a queixa principal que apresentam. O mesmo ocorre com relação à incontinência urinária, que não é investigada nem priorizada no cuidado.

Conclusão:

é necessária uma educação permanente ou capacitação para que os profissionais possam responder aos desafios do envelhecimento populacional, em todos os aspectos da saúde, com vistas ao autocuidado. (AU)

Objective:

To know how nurses and physiotherapists care for elderly women with urinary incontinence in Primary Health Care.

Method:

qualitative, exploratory-descriptive study, with descriptive thematic analysis. Semi-structured interviews were conducted with 10 nurses and 14 physiotherapists working in a Health District of a capital of southern Brazil.

Results:

the findings confirm that care for the elderly population is fragmented within Primary Health Care. The elderly are treated according to their chronic disease or their main complaint. The same is true of urinary incontinence, which is neither investigated nor prioritized in care.

Conclusion:

Continuing education or training is necessary for professionals to respond to the challenges of population aging, in all aspects of health, with a view to self-care. (AU)

Objectivo:

conocer cómo las enfermeras y fisioterapeutas atienden a las mujeres mayores con incontinencia urinaria en atención primaria de salud.

Metodo:

estudio cualitativo, exploratorio-descriptivo, con análisis descriptivo temático. Se realizaron entrevistas semiestructuradas con 10 enfermeras y 14 fisioterapeutas que trabajan en un distrito de salud de una capital del sur de Brasil.

Resultados:

los hallazgos confirman que la atención a la población anciana está fragmentada dentro de la Atención Primaria de Salud. Los ancianos son tratados de acuerdo con su enfermedad crónica o su queja principal. Lo mismo ocurre con la incontinencia urinaria, que no se investiga ni se prioriza en la atención.

Conclusión:

la educación o capacitación continua es necesaria para que los profesionales respondan a los desafíos del envejecimiento de la población, en todos los aspectos de la salud, con miras al autocuidado. (AU)