Prevalence and severity of nomophobia among nurses: A systematic review and meta-analysis
Prevalencia y severidad de la nomofobia entre las enfermeras. Una revisión sistemática y Meta-análisis
Prevalência e gravidade da nomofobia entre enfermeiros. Uma revisão sistemática e meta-análise

Invest. educ. enferm; 42 (3), 2024
Publication year: 2024

Objectives. To determine the prevalence and severity of nomophobia (dread of not having a smartphone) among nurses. Methods. A systematic search was carried out across different electronic databases, including Medline (PubMed), SCOPUS Embase, CINAHL, EBSCO, and Google Scholar, until March 2024. The meta-analysis included studies that reported the prevalence of nomophobia in nurses and used the Nomophobia Questionnaire (NMP-Q). Two independent reviewers identified the studies, extracted the data, and assessed the risk of bias using Joanna Briggs Institute Critical Appraisal Tool. PROSPERO register number CRD42024512079. Results. A total 10 studies (4 in Italy and 6 in Turkey) with 3086 individuals were found to meet the inclusion criteria for the systematic review. However, data could not be retrieved for one research, thus nine studies being included in the meta-analysis. The Overall Prevalence of nomophobia was 68.15% (95% CI: 57.49%-78.81%; I² = 99%). The prevalence of mild nomophobia was reported to be 43% (95% CI, 24%-65%; I2 = 99%), moderate nomophobia was 31% (95% CI, 17%-50%; I2 = 99%), and severe nomophobia was 7% (95% CI, 2%-25%; I2= 95%). Country-specific analysis revealed that Turkish nurses had a greater level of nomophobia than their Italian nurses. Conclusion. Nurses have a high prevalence of mild to moderate nomophobia which emphasizes the need of preventative initiatives and tailored intervention for nurses in health care organizations.
Objetivo. Determinar la prevalencia y severidad de la nomofobia (temor a no disponer de un teléfono inteligente) entre las enfermeras. Métodos. Se realizó una búsqueda sistemática en diferentes bases de datos electrónicas, incluyendo Medline (PubMed), SCOPUS Embase, CINAHL, EBSCO y Google Scholar, hasta marzo de 2024. El metaanálisis incluyó estudios que informaron sobre la prevalencia de la nomofobia en enfermeras y que utilizaron el Nomophobia Questionnaire (NMP-Q). Dos revisores independientes identificaron los estudios, extrajeron los datos y evaluaron el riesgo de sesgo mediante la Herramienta de Evaluación Crítica del Instituto Joanna Briggs. RegistroPROSPERO número CRD42024512079. Resultados. Se revisaron un total de 10 estudios (4 en Italia y 6 en Turquía) con un total de 3086 individuos, de los cuales nueve se incluyeron en el metaanálisis.

La prevalencia de nomofobia fue:

global: 68.15% (95% CI: 57.49%-78.81%; I² = 99%), leve: 43% (IC 95%, 24%-65%; I2 = 99%), moderada: 31% (IC 95%, 17%-50%; I2 = 99%) y severa: del 7% (IC 95%, 2%-25%; I2= 95%). El análisis por países reveló que las enfermeras turcas tenían un mayor nivel de nomofobia que las italianas. Conclusión. Las enfermeras tienen una alta prevalencia de nomofobia de leve a moderada, lo que enfatiza la necesidad de iniciativas preventivas y de intervención para las enfermeras en las organizaciones de salud.
Objetivo. Determinar a prevalência e gravidade da nomofobia (medo de não ter smartphone) entre enfermeiros. Métodos. Foi realizada uma pesquisa sistemática em diferentes bases de dados eletrônicas, incluindo Medline (PubMed), SCOPUS Embase, CINAHL, EBSCO e Google Scholar, até março de 2024. A meta-análise incluiu estudos que relataram a prevalência de nomofobia em enfermeiros e que utilizaram o Questionário de Nomofobia (NMP-Q). Dois revisores independentes identificaram estudos, extraíram dados e avaliaram o risco de viés usando a ferramenta de avaliação crítica do Joanna Briggs Institute. RegistroPROSPERO número CRD42024512079. Resultados. Foram revisados 10 estudos (4 na Itália e 6 na Turquia) com um total de 3.086 indivíduos, dos quais nove foram incluídos na meta-análise.

A prevalência de nomofobia foi:

geral: 68.15% (IC 95%: 57.49%-78.81%; I² = 99%), leve: 43% (IC 95%, 24%-65%; I2 = 99%), moderada: 31% (IC 95%, 17%-50%; I2 = 99%) e grave: 7% (IC 95%, 2%-25%; I 2 = 95%). A análise por país revelou que os enfermeiros turcos tinham um nível de nomofobia mais elevado do que os enfermeiros italianos. Conclusão. Os enfermeiros apresentam alta prevalência de nomofobia leve a moderada, enfatizando a necessidade de iniciativas preventivas e de intervenção para os enfermeiros nas organizações de saúde.