Resultados: 72

Os efeitos das alterações comportamentais das vítimas de trauma crânio-encefálico para o cuidador familiar

Rev. latinoam. enferm; 13 (1), 2005
O estudo teve como objetivos identificar alterações na intensidade que os comportamentos negativos das vítimas de Trauma Craniencefálico (TCE) afetavam o cuidador familiar principal, comparando o período anterior ao posterior ao trauma e verificar a relação entre intensidade dessas alterações e ...

Diagnóstico de lesões e qualidade de vida de motociclistas, vítimas de acidentes de trânsito

Rev. latinoam. enferm; 11 (6), 2003
O estudo caracteriza motociclistas, vítimas de acidentes de trânsito, residentes em Maringá-Paraná e atendidos em centros de referência para tratamento do trauma, segundo gravidade do trauma, partes do corpo afetadas e região corpórea da lesão mais grave, além de identificar, dentre essas vítim...

Recursos humanos das unidades de terapia intensiva do município de Säo Paulo

Rev. latinoam. enferm; 7 (5), 1999
O estudo teve como objetivo investigar aspectos das UTIs do Município de Säo Paulo no que se refere à composiçäo da equipe assistencial, características da equipe de enfermagem e a caracterizaçäo dos enfermeiros. Os dados foram coletados através de 47 questionários distribuídos em 32 hospitais...

Estudo preliminar das relaçöes entre duraçäo da parada cardiorrespiratória e suas consequências nas vítimas de trauma

Rev. Esc. Enferm. USP; 33 (2), 1999
Foi proposta desta pesquisa obter subsídios para iniciar ou manter manobras de reanimaçäo cardiopulmonar (RCP) especificamente em vítimas de trauma. A duraçäo da parada e reanimaçäo cardiopulmonar de sobreviventes foi descrita, assim como, o desempenho cerebral e mortalidade dessas vítimas 24, 4...

As vítimas de traumatismo crânio-encefálico seis meses após o trauma

Acta paul. enferm; 11 (1), 1998
Trata-se de um estudo prospectivo longitudinal sobre a recuperaçäo aos 6 meses, de vítimas de traumatismo crânio-encefálico de diferentes gravidades, com idade entre 12 e 60 anos. As vítimas foram avaliadas 6 meses após o trauma considerando tanto suas limitaçöes funcionais mensuradas pela Escal...

A gravidade do trauma em vítimas de traumatismo crânio-encefálico avaliada pelo manual AIS/90 e mapas CAIS/85

Rev. latinoam. enferm; 6 (1), 1998
Estudo Comparativo do uso do manual da ABBREVIATED INJURY SCALE (AIS) e dos mapas da CONDENSED ABBREVIATED INJURY SCALA (CAIS), como bases para cálculo do INJURY SEVERITY SCORE (ISS) em vítimas de trauma crânio-encefálico. Os resultados evidenciaram que o valor do ISS foi coincidente na maioria (59,5...

Utilizaçäo de Escala de Coma de Glasgow e Escala de Coma de Jouvet para avaliaçäo do nível de consciência

Rev. Esc. Enferm. USP; 31 (2), 1997
A Escala de Coma de Glasgow (ECGl) e a Escala de Coma de Jovet (ECJ), säo duas escalas usadas na avaliaçäo da consciência em nosso meio. A análise e o uso dessas duas escalas têm indicado que elas se complementam, sendo a ECGl mais sensível à mudanças nos rebaixamentos mais intensos da consciên...

Educaçäo continuada da equipe de enfermagem nas UTIs do município de Säo Paulo

Rev. latinoam. enferm; 6 (3), 1998
Este estudo é parte de um projeto maior sobre os recursos estruturais das UTIs no Município de São paulo, incluindo a análise de sua estrutura física, recursos humanos, materiais e equipamentos. Os aspectos relativos às atividades de educaçäo continuada da equipe de enfermagem são analisados nes...

Recuperaçäo das vítimas de traumatismo crânio-encefálico no período de 1 ano após o trauma

Rev. Esc. Enferm. USP; 30 (3), 1996
Estudo prospectivo longitudinal sobre a recuperaçäo aos 12 meses, de vítimas de traumatismo crânio-encefálico (TCE) de diferentes gravidades, com idade entre 12 e 60 anos. As vítimas foram avaliadas 1 ano após o trauma considerando-se tanto suas limitaçöes funcionais mensuradas pela Escala de Re...